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A tecnologia chegou para transformar a educação, proporcionando novas formas de aprendizado, comunicação e interação. Ao adotar novas ferramentas digitais, os educadores têm a chance de preparar os alunos para os desafios do futuro, tornando o aprendizado mais acessível, personalizado e envolvente.

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Blog - Escola Moura Jardim

Quando o celular vira uma necessidade constante

A simples ideia de ficar sem o celular pode causar desconforto em muitos jovens. Quando esse sentimento se transforma em angústia intensa ou medo desproporcional, estamos diante de um quadro conhecido como nomofobia. Trata-se de uma condição cada vez mais comum entre crianças, adolescentes e adultos, que revela o impacto da tecnologia sobre o bem-estar emocional e social. Nomofobia é o termo usado para descrever o medo de ficar sem o telefone celular. Em muitos casos, não se trata apenas de precisar do aparelho para tarefas do dia a dia, mas de uma dependência emocional. Jovens com nomofobia podem sentir irritação, ansiedade e até sintomas físicos, como dor de cabeça e insônia, quando não estão com seus dispositivos por perto. A sensação de estar “desconectado” do mundo digital se torna um gatilho de estresse. No ambiente escolar, essa dependência pode comprometer o rendimento e a concentração. Estudantes que verificam o celular repetidamente durante as aulas, mesmo sem notificações, demonstram dificuldade em manter o foco e interagir com os colegas. Em alguns casos, o celular substitui atividades sociais e de lazer, prejudicando o desenvolvimento de habilidades importantes para a vida adulta. Em casa, a criação de regras claras sobre o tempo de tela pode ajudar a diminuir a dependência. Combinar horários sem celular, como durante as refeições e antes de dormir, e incentivar atividades que não envolvam tecnologia são formas práticas de equilibrar a rotina. Jogos de tabuleiro, leitura, prática de esportes e encontros com amigos são alternativas valiosas. No dia a dia da escola, professores também podem contribuir ao estimular a interação entre os alunos e propor tarefas que não dependam do uso de dispositivos. Mais do que proibir o celular, o objetivo deve ser ensinar o equilíbrio. Quando bem orientados, os estudantes conseguem refletir sobre seus hábitos e entender os limites saudáveis. A nomofobia precisa ser reconhecida como um problema real, que pode afetar a saúde mental e as relações interpessoais. O primeiro passo é observar sinais de alerta, como ansiedade excessiva ao ficar longe do celular, necessidade constante de checar mensagens ou recusa em participar de atividades sem o aparelho. Buscar ajuda profissional também é importante em situações mais graves. Psicólogos e orientadores podem auxiliar jovens a desenvolver autocontrole e a criar estratégias para reduzir a dependência digital. O papel da família e da escola, nesse processo, é fundamental para que a tecnologia seja usada de forma mais consciente, sem comprometer a saúde emocional e o convívio social. Para saber mais sobre a nomofobia, acesse camara.leg.br/radio/programas/977152-nomofobia-o-vicio-ao-celular-o-que-saber-e-como-evitar e exame.com/ciencia/nomofobia-entenda-o-que-e-o-transtorno-e-as-formas-de-minimiza-lo   


02 de abril, 2025

O desenho com interferência e o desenvolvimento criativo

O desenho com interferência é uma prática que vai além da simples representação de formas. Ele estimula a criatividade e a imaginação das crianças ao permitir que intervenham nas suas próprias criações. Ao utilizar materiais como palitos de sorvete coloridos, por exemplo, os alunos têm a oportunidade de modificar e transformar ideias, criando desenhos que saem diretamente da mente para o papel. Essas interferências, seja pela mudança nas formas ou cores, promovem a autonomia e a expressão pessoal, essenciais no processo de aprendizagem. Na Escola Moura Jardim, as crianças demonstraram grande desempenho ao utilizar criatividade para organizar os palitos de sorvete em formas geométricas e desenhos variados. Esse tipo de atividade favoreceu o pensamento e a exploração de diferentes perspectivas. A intervenção nos próprios desenhos, ao invés de seguir uma técnica rígida, permitiu que cada aluno trouxesse sua visão única para o papel, tornando a atividade ainda mais significativa. Além disso, a prática reforça o valor do processo criativo em si, destacando que a construção de ideias é tão importante quanto o resultado. O desenho com interferência é, portanto, uma ferramenta poderosa no estímulo ao desenvolvimento de habilidades como a confiança nas próprias capacidades criativas.  A escola valoriza os trabalhos manuais e que são muito apreciados pelos alunos. Eles se envolvem com entusiasmo, o que contribui para o fortalecimento da coordenação motora e do prazer em criar com as próprias mãos.    


31 de março, 2025

O papel do desenho infantil no desenvolvimento da criança

Garatujas aparentemente aleatórias marcam o início do percurso da criança no mundo do desenho, entre os 18 e 24 meses de idade. Essa fase, muitas vezes subestimada, tem papel essencial no desenvolvimento da coordenação motora e da curiosidade pelo ato de criar marcas no papel. Desenhar, desde tão cedo, não é apenas brincar — é um primeiro passo rumo à expressão individual e à construção de habilidades que serão fundamentais em etapas futuras, como a alfabetização. Aos 2 anos, as crianças passam a atribuir significado ao que produzem, mesmo que os adultos nem sempre consigam interpretar o que veem. Já entre 4 e 7 anos, os desenhos ganham forma e passam a representar cenas mais elaboradas, como figuras humanas, casas ou animais, quase sempre conectados à sua realidade. Dos 7 aos 12 anos, elas começam a buscar maior realismo e detalhamento, acrescentando noções de proporção e perspectiva. Cada traço revela algo sobre a percepção da criança a respeito do mundo.  Os benefícios não param na parte cognitiva. O desenho também cumpre um papel importante no desenvolvimento emocional. Crianças que ainda não sabem ou não conseguem verbalizar tudo o que sentem encontram no lápis de cor ou no giz de cera uma forma segura e natural de externalizar emoções. Alegria, medo, frustração, sonhos e desejos frequentemente aparecem nos desenhos antes mesmo de serem nomeados por elas. Além disso, a atividade favorece a socialização. Compartilhar materiais, desenhar em grupo e até mostrar o que foi feito são oportunidades de interação que ajudam na construção de vínculos afetivos. As crianças se sentem valorizadas quando veem suas criações reconhecidas, o que fortalece a autoestima e a autonomia. É fundamental que pais e responsáveis não antecipem etapas ou cobrem “desenhos bonitos”. Mais importante do que o resultado final é o processo vivido por elas em cada traço. Incentivar o desenho na infância é investir em um desenvolvimento mais completo, tanto no aspecto emocional quanto no intelectual.  Para saber mais sobre a importância do desenho infantil, acesse https://www.museudaimaginacao.com.br/a-importancia-de-desenhar-para-o-desenvolvimento-infantil ou https://blog.institutosingularidades.edu.br/o-desenho-infantil-e-sua-contribuicao-no-desenvolvimento-da-escrita/  


28 de março, 2025

Boletim com notas baixas: como reagir

O boletim escolar com notas baixas pode ser um momento desafiador, mas também uma valiosa oportunidade para crescimento e aprendizado. O Colégio Moura Jardim acredita que esse tipo de situação pode ser uma chance de fortalecer o processo educacional, desde que seja tratado com compreensão e estratégias construtivas. Ao receber um boletim com notas abaixo do esperado, é importante que pais e responsáveis adotem uma abordagem empática, buscando entender as razões por trás das dificuldades do aluno. Em vez de punições, o diálogo aberto e o estabelecimento de um plano de ação são mais eficazes. Esse processo colaborativo permite identificar os pontos fracos e encontrar maneiras de superá-los, criando um ambiente de apoio e crescimento. Ao lidar com o desempenho acadêmico, é fundamental reconhecer os esforços e progressos, não apenas focando nas notas. Celebrar pequenas vitórias, como o aprimoramento em uma disciplina ou o empenho demonstrado, pode ser um grande estímulo para o aluno, incentivando-o a continuar se esforçando. Evitar recompensas financeiras é essencial, pois elas podem incentivar uma motivação extrínseca, quando o ideal é cultivar o desejo de aprender por conta própria. Além disso, é essencial considerar as particularidades de cada aluno, respeitando seus interesses e habilidades. Isso não só ajuda no desenvolvimento acadêmico, mas também no bem-estar emocional, pois alunos que se sentem valorizados por suas paixões tendem a se envolver mais ativamente nas atividades escolares. A saúde mental deve ser uma prioridade, e é fundamental estar atento a sinais de estresse ou ansiedade, promovendo um equilíbrio saudável entre estudos e momentos de lazer. O Colégio Moura Jardim acredita que um boletim com notas baixas não é um obstáculo, mas sim um ponto de partida para novas oportunidades de aprendizado e crescimento. Com o apoio de todos, podemos transformar esses momentos em experiências enriquecedoras que contribuem para o desenvolvimento acadêmico e emocional dos nossos alunos. Para mais informações sobre boletim escolar, acesse https://educacao.uol.com.br/noticias/2009/03/04/economistas-e-psicologos-divergem-sobre-dar-ou-nao-recompensas-para-estudantes.htm ou https://www.grudadoemvoce.com.br/blog/notas-na-escola/  


26 de março, 2025

Como cada tipo de atividade ajuda na alfabetização

Ler histórias com os pais, brincar com letras e formar palavras com blocos ou cartões ilustrados são práticas que fazem diferença no processo de alfabetização das crianças. Essas atividades desenvolvem não só a habilidade de leitura e escrita, mas também o raciocínio lógico, a criatividade e a autoconfiança, especialmente quando são realizadas de forma leve e frequente, em casa e na escola. A introdução às letras e ao som das palavras começa antes mesmo da alfabetização formal. Muitas crianças já chegam ao Ensino Fundamental, por volta dos 6 anos, com repertório oral desenvolvido, reconhecendo letras e identificando palavras do cotidiano. Esse contato prévio, muitas vezes estimulado em casa, favorece o aprendizado formal e cria um vínculo positivo com o universo da leitura. No ambiente escolar, professores recorrem a atividades variadas para consolidar o aprendizado. Entre elas estão o uso de cantigas e poemas, formação de palavras a partir de sílabas móveis, leitura em voz alta, identificação de letras em palavras conhecidas, escrita espontânea e jogos de memória com figuras e palavras. São estratégias que tornam o conteúdo mais próximo da realidade infantil e facilitam a assimilação. Já em casa, os pais podem colaborar com atividades simples, mas muito eficazes, como ler livros juntos, escrever listas de compras, fazer rimas com nomes de pessoas da família ou até brincar de soletrar palavras. Com o tempo, a criança se sente segura para experimentar a leitura por conta própria, iniciando também a produção de pequenos textos, como recados ou bilhetes. A regularidade dessas práticas é mais importante do que a quantidade. Dez minutos de uma atividade envolvente podem render muito mais do que uma hora de obrigação. Isso vale tanto para casa quanto para a escola. O equilíbrio entre estímulo e respeito ao tempo da criança é essencial. Além do desenvolvimento intelectual, a alfabetização contribui também para a formação da personalidade. Crianças que leem e escrevem com segurança tendem a se comunicar melhor, participar mais ativamente das conversas e demonstrar mais empatia. A leitura amplia horizontes, dá autonomia e desperta o senso crítico desde cedo. A alfabetização não acontece de forma isolada ou automática. Ela é resultado de um processo coletivo, que exige atenção, criatividade e dedicação. Quando família e escola caminham juntas, oferecendo experiências significativas e adaptadas ao perfil da criança, os resultados são mais consistentes e duradouros. Para saber mais sobre atividades de alfabetização, acesse https://educador.com.br/atividades-de-alfabetizacao/ ou https://novaescola.org.br/planos-de-aula/alfabetizacao  


24 de março, 2025

Alimentação saudável e desempenho escolar

A qualidade da alimentação tem impacto direto na capacidade de concentração, memorização e rendimento escolar das crianças. Alimentos ricos em nutrientes essenciais, como ferro, ômega-3 e vitaminas do complexo B, fortalecem o cérebro e ajudam na retenção de informações. Por outro lado, uma dieta desequilibrada, baseada em ultraprocessados e açúcares, pode causar fadiga, dificuldade de aprendizado e até desmotivação. A falta de atenção à alimentação pode levar a problemas como irritabilidade, queda no desempenho acadêmico e dificuldades na socialização. Além disso, refeições irregulares ou pobres em proteínas e carboidratos de qualidade podem prejudicar a capacidade de raciocínio e concentração. O café da manhã é um dos momentos mais importantes do dia, pois repõe a energia necessária após o período de jejum noturno. Crianças que não fazem essa refeição podem sentir dificuldade de concentração nas primeiras aulas e apresentar menor desempenho em atividades que exigem atenção. Frutas, cereais integrais e proteínas são opções ideais para começar o dia de forma equilibrada. Outro aspecto importante é a hidratação. A falta de água pode comprometer o funcionamento cerebral, causando dores de cabeça e prejudicando o foco. Estimular as crianças a manterem uma boa ingestão de líquidos ao longo do dia contribui para um metabolismo mais eficiente e um melhor desempenho escolar. Os pais desempenham um papel essencial na construção de hábitos alimentares saudáveis, oferecendo refeições equilibradas e incentivando escolhas nutritivas. O incentivo à alimentação saudável deve ser contínuo, tanto em casa quanto na escola, para que as crianças entendam a importância de uma nutrição equilibrada. Criar uma rotina alimentar organizada, com horários regulares para as refeições, também ajuda a evitar oscilações no nível de energia e a garantir um melhor aproveitamento acadêmico. Pequenos ajustes na alimentação podem fazer uma grande diferença na qualidade dos estudos e no bem-estar geral das crianças. Para saber mais sobre a importância da alimentação saudável na educação infantil, acesse www.gazetadopovo.com.br/conteudo-publicitario/taina-alimentos/alimentacao-saudavel-educacao-infantil ou educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/estimulando-uma-alimentacao-saudavel-entre-as-criancas.htm


21 de março, 2025